domingo, 15 de julho de 2012

1º ENCONTRO INTERMUNICIPAL DOS TRABALHADORES/AS RURAIS DO ACRE


A Rede de Educação Cidadã Acre realizou nos dias 06 a 08 de Julho na chacara Pedra Linda em Rio Branco o seu primeiro encontro intermunicipal especifico para as populações rurais do estado com o tema: Avançar nas ações por um Acre com desenvolvimento sustentável e tinha como objetivo fortalecer a participação e organização social do homem e da mulher da floresta. E com os objetivos específicos de fazer a troca de experiências de lutas dos trabalhadores/as rurais, seringueiros/as e ribeirinhos/as; fomentar, ampliar e buscar melhorias das políticas públicas para esse segmento de nossa sociedade e contribuir para o fortalecimento da agricultura Familiar dentro de nosso estado. O encontro contou com a presença de trabalhadores/as rurais, seringueiros/as e ribeirinhos/as dos municípios de Brasileia, Sena Madureira, Plácido de Castro, Boca do Acre, Capixaba e da capital Rio Branco alem de educadores/as que acompanham essas bases e vivenciam essas realidades.
O primeiro dia foi marcado pela acolhida no local onde seria realizado o encontro, após o jantar iniciou-se a atividade com uma linda mística de abertura que nos fazia refletir sobre que semente queríamos plantar para que pudéssemos colher frutos que nos daria um futuro melhor, um futuro com amor, paz, prosperidade, igualdade, sustentabilidade, justiça e a democracia que sonhamos e queremos. Como contávamos com a presença de muitos participantes que ainda não tinham um maior conhecimento do que é a rede foi feita uma breve apresentação das linhas de ações, da metodologia e dos princípios tudo de uma forma simples e com uma linguagem que todos puderam compreender, após a leitura da programação, formação das equipes e dos informes encerramos o dia com as energias renovadas e com a certeza que o segundo dia prometia muito mais. “o amanha se constrói hoje.”
O sábado iniciou com um belo café da manha que energizou o corpo para o dia que se iniciava e para energizar a mente uma linda mística que vinha na mesma linha da do dia anterior, onde todos ao redor de uma mangueira, abraçados tentavam imaginar se as sementes plantadas iam germinar e em que iam se tornar se plantando amor, educação, paz, democracia, justiça iríamos colher um mundo melhor para nossos filhos e para as gerações que virão. E com o corpo e a mente energizados iniciamos mais um dia de estudos e partilha, esse dia foi marcado por dois pontos: o primeiro foi da troca de experiências onde os representantes dos municípios que estavam presente contavam as suas realidades para que todos pudessem ver o que as lutas e dificuldades têm em comum e as principais questões levantadas foram das dificuldades na:
Infraestrutura – no que se refere a ramais e maquinas, foi apontado que existem locais que não tem água e energia elétrica, transporte para a produção e falta de estrutura para comercialização dos mesmos alem da falta de incentivo á produção familiar.
Saúde – não existem postos de atendimento nas localidades e os postos dos municípios não oferecem o atendimento necessário, nos locais que existem postos os médicos vão de mês em mês e quando vão não dão o atendimento correto e fazem tudo com pressa pela quantidade de pacientes que tem que atender nesses locais.
Educação – em muitos locais não tem escolas, nos locais que há salas são mistas do 1º ao 4º ano e do 5º ao 9º ano, e não oferecem o ensino médio para os alunos que terminam o fundamental, sendo forçados a pararem com essa formação primária, pois os pais não possuem condições de manterem os filhos nas cidades para estudarem entre outros agravantes.
Outro ponto marcante do sábado foi a analise de conjuntura que teve como mediador o Israel que tem um grande trabalho com a população rural do Acre e tem um grande acompanhamento com as questões de terra e dos direitos dos que nela vivem. Uma frase que ele falou que ficou marcada em todos foi que: “para existir o social tem que primeiro existir reforma agrária e preservação ambiental.” A noite de sábado teve a já tradicional noite cultural que ficou marcada pelo frio intenso e como os Acrianos são um povo do calor a maioria ficaram em seus quartos curtindo o calor das cobertas.
O último dia foi de partilha onde a educadora Maseias que participou da cúpula dos povos na Rio + 20 nos trouxe o relato do que ocorreu e dos assuntos abordados nesta grande reunião de lideranças e movimentos do Brasil e do mundo em prol do meio ambiente e de um futuro para as gerações futuras. Após essa partilha foi feita a prestação de contas dos gastos com o encontro, os informes e a avaliação do encontro e para encerra as atividades a mística de encerramento que nos fez pensar o mundo que queremos e que deixaremos para nossos filhos e netos, que as sementes que plantamos possam gerar frutos e que possam ser colhidos por nossas gerações futuras. “vamos lá fazer o que será, construir o amanha com o que temos hoje.”

segunda-feira, 21 de maio de 2012

COLETIVO MUNICIPAL: SENA MADUREIRA


No ultimo sábado dia 19 de maio de 2012, na biblioteca municipal de Sena Madureira, a Rede de Educação Cidadã Acre realizou o coletivo municipal Sena, com a presença de educadores e educadoras que compõem a rede nesse município.

Este coletivo teve duas linhas de ação à primeira de apresentação da rede, pois esse encontro contava com a presença de novos componentes que estavam para conhecer as características do projeto e da rede e também para contribuir na construção de um calendário de atividade que serão realizadas no município. A segunda linha de ação da atividade foi da Rede de Educação Cidadã e o Projeto Popular para o Brasil, Quais as propostas deste projeto? Como é construído? É possível? De onde vem a ideia do Projeto Popular?  Quais são as propostas do Projeto Popular? Questões que ajudaram a nortear o dialogo desse grupo de educadores/as que se faziam presente.

COLETIVO ESTADUAL


No ultimo dia 12 de maio de 2012 a Rede de Educação Cidadã Acre realizou seu encontro coletivo mensal pautado todo segundo sábado de cada mês, este encontro teve como tema de trabalho a Rede de Educação Cidadã e o Projeto Popular para o Brasil. Este tema nos norteou em um dialogo de como a rede esta contribuindo na construção deste projeto de nação.
Neste coletivo estava presente educadores e educadoras das diversas bases da capital e alguns representantes de municípios que poderão comparecer a este momento de formação e planejamento. No tema central da atividade a educadora contratada Lucineide nos trouxe elementos e características deste projeto já que Trabalho de base e Projeto Popular são dois termos que usamos com bastante frequência em nossos espaços de formação.
Os pontos chave deste projeto é que:              
Ø  Devemos democratizar a terra, que é o principal recurso natural do país. Democratizar a terra é torná-la fonte de emprego, alimentos e renda.
Ø  Devemos democratizar a riqueza. A poupança financeira do Brasil é estimada em R$ 350 bilhões. Apenas 10 bancos controlam 70% dos ativos financeiros e 76% dos depósitos totais do país.
Ø  Devemos democratizar a informação. A informação desempenha um papel central na organização social e política. Vemos o faturamento dos meios de comunicação concentrado nas mão de poucos. A rede de comunicação deve ser organizado na forma de um espaço público, sob controle da sociedade;
Ø  Devemos democratizar a cultura. Elemento decisivo na construção da cidadania. Ter acesso ao que de melhor a humanidade produz na ciência e na arte.
As características de um Projeto Popular é a:
Ø  Soberania: no sentindo da não dominação entre as nações. Garantindo a autodeterminação dos povos.
Ø  Compromisso com as diferenças e diversidades culturais, religiosas, pluriétnicas, sexuais, de gênero: enquanto construção e fortalecimento de novas relações humanas. Não se trata apenas de tolerar e respeitar as diversidades, mas de compreendê-las.
Ø  Democracia direta e participativa: compreendida enquanto igualdade de oportunidades socioeconômicas e respeito ao ser humano em sua totalidade;
Ø  Exercício do poder popular: no sentido de termos a classe trabalhadora enquanto sujeito de um processo de libertação;
Ø  Processo emancipador e transformador: pressupondo a superação das relações de opressão por meio da construção de relações libertárias;
Ø  Organização solidária da economia e da sociedade: que não permita a concentração de riqueza, desconcentre riqueza.
Ø  Um projeto pautado em valores anticapitalistas:  relações pautadas na ética, no compromisso com a condição humana, de partilha, solidariedade e cuidado com a natureza;
Ø  Internacionalismo: compreendido como integração entre os povos que lutam por sua autodeterminação em todo o mundo;
Ø  Democratização e controle social e comunitário dos meios de comunicação social e o protagonismo/liberdade das comunidades na produção de sua linguagem, simbologia e comunicação;
Este coletivo também foi de conclusão da programação do 1º Intermunicipal de Mulheres que ocorrera nos dias 01, 02 e 03 de junho de 2012 e também o coletivo foi marcado pelas homenagens as mães que ajudam a construir a Rede de Educação Cidadã não só no Estado do Acre, mais as mães que ajudam a construir essa nação chamada de Brasil e em uma salva de palmas parabenizamos a cada mãe que educa, sustenta, da carinho, amor, que ensina o que é certo e o que é errado e que ajuda de diversas formas a construir um Brasil com mais amor e carinho. 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CENTRO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA DE RIO BRANCO


Foi inaugurado no dia 16 de abril o Centro de Economia Solidária de Rio Branco. Localizado no bairro Rui Lino, o CESRB é agora o catalisador das políticas públicas voltadas para o setor, que reúne 513 empreendimentos econômicos solidários e outros 144 empreendimentos solidários, distribuídos em vários segmentos da economia, como artesanato, agricultura familiar, alimentação, serviços, vestuário, embelezamento, madeira e móveis, entre outros. Participaram da cerimônia, representantes de empreendimentos solidários, gestores públicos e privados. E a Rede de Educação Cidadã também se fez presente com seus educadores/as contratados e voluntários. Pois a rede acredita no trabalho desenvolvido pelos parceiros da economia solidaria e se faz presente contribuindo a com a formação continuada de grupos que fazem parte deste espaço de políticas publicas voltadas as famílias carentes que tem vontade e boas idéias e só precisam do apoio e da colaboração destes parceiros.
As obras e os equipamentos custaram R$ 600 mil em recursos de emenda parlamentar proposta pelo ex-deputado federal Fernando Melo junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, através da Secretaria Nacional de Economia Solidária, com contrapartida da PMRB no valor de R$ 25 mil. O centro conta com os seguintes ambientes: recepção, sala do Fórum e Conselho Municipal de Economia Solidária, escritório de acomodação permanente dos integrantes do Fórum Acreano de Economia Solidária e para uso dos conselheiros municipais de economia solidária, contendo arquivo material com a memória das reuniões e outras informações pertinentes ao setor; sala de capacitação e reuniões, que é o espaço físico equipado para realização de seminários, palestras e cursos de formação e difusão da cultura de economia solidária, associativismo e cooperativismo, com capacidade para quarenta pessoas; sala da Coordenadoria Municipal do Trabalho e Economia Solidária, que funcionará realizando atendimento à comunidade e aos empreendimentos, e dando suporte ao funcionamento das outras instâncias do centro; sala técnica: o local de atendimento para elaboração de projetos (para aquisição de maquinários e equipamentos produtivos, construção de espaços físicos) dos empreendimentos solidários, assessoria na legislação pertinente a cada setor de atividade e vários outros serviços;  sala de projetos: trata-se do  espaço destinado a abrigar os Projetos provenientes da articulação do Fórum, a exemplo do Centro de Formação em Economia Solidária Amazônico, Projeto Brasil Local e demais parceiros da economia solidária; sala da coordenação, que é o  espaço para a coordenação das atividades ofertadas pelo Centro Público de Economia Solidária, e  das ações da Coordenadoria Municipal do trabalho e Economia Solidária; biblioteca; depósito; banheiros; e  copa.
Com o centro, a prefeitura consolida um ciclo cujo objetivo foi o de implantar um espaço público de forma a abrigar a multiplicidade das atividades de economia solidária em curso no município -desde o Fórum Estadual de Economia Solidária, Conselho Municipal de Economia Solidária, empreendimentos econômicos solidários, entidades de assessoria e apoio à economia solidária, experiências de pesquisa e mapeamento da economia solidária, projetos direcionados a geração de renda e comercialização na economia solidária, empreendimentos econômicos solidários para  buscar o envolvimento, a cooperação, a conexão e a potencializarão desse conjunto de iniciativas.
No Acre, conforme lembrou Carlos Taborga, presidente do Fórum de Economia Solidária, o trabalho da prefeitura tem sido uma política de inclusão social das pessoas no município, gerando oportunidade de trabalho, renda, segurança alimentar e nutricional e, fundamentalmente, promovendo a emancipação socioeconômica e política dos empreendimentos econômicos solidários. “É um meio importante de tirar as famílias da pobreza”, disse Taborga.

domingo, 15 de abril de 2012

COLETIVO ESTADUAL

A Rede de Educação Cidadã Acre realizou no dia 14 abril o seu encontro do coletivo estadual na sede da Comissão Pastoral da Terra, contando com representantes das diversas bases da capital e de municípios próximos. Este encontro tinha como principal finalidade a apresentação da síntese do planejamento e alguns informes sobre oficinas e os encontros a serem realizados neste aditivo.

A síntese elaborada pela equipe pedagógica que utilizou os materiais que os quatro grupos que foram formados no encontro de planejamento dos dias 30 e 31 de março e 01 de abril tinham elaborados como: Objetivo Geral, Objetivos Específicos, Eixos Estratégicos, Bandeiras de Lutas e etc. Alem destes objetivos, eixos, bandeiras de lutas dentro deste planejamento esta o cronograma de atividades que a Recid-Ac ira realizar durante este aditivo do projeto.

Segue abaixo algumas informações do planejamento:

OBJETIVO GERAL

· Intensificar o processo de formação continuada de educação popular, garantindo o fortalecimento e a valorização das bandeiras de luta, dentro da diversidade do povo na perspectiva de avançar na construção do poder popular.

OBJETIVOS ESPECIFICOS

· Fortalecer os grupos de base e coletivos municipais e estadual;

· Motivar, sensibilizar a participação do voluntariado;

· Formação que fomente políticas publicas (mulheres, ecosol, juventude, ribeirinhos, seringueiros e outros);

· Proporcionar momentos de Formação política (história, concepções, pensadores);

· Vivenciar a mística como valorização da vida;

· Fortalecer a articulação política da Recid/Acre;

· Aperfeiçoar a comunicação interna e garantir a comunicação externa da rede.

· Garantir e fortalecer a formação teórica e prática (pedagógico e gestão);

· Fortalecer as iniciativas de economia solidária agricultura familiar, extrativismo, articulando parcerias com grupos de empreendimentos e setores específicos do estado;

· Promover ações que possibilitem mudanças que visam a unificação das bandeiras lutas;

· Qualificar o processo de formação de base, através de estudos pedagógicos;

· Pautar junto ao Governo estadual e os municipais e apoio para se avançar no campo da educação popular no estado;

· Garantir a discussão dos grandes projetos voltados para Amazônia (formação, fórum, seminários, e PAMAMAZÔNIA).

EIXOS ESTRATEGICOS

· Educação (educação popular, educação em direitos humanos, educação politica)

· Garantia de direitos (mulheres, juventude, LGBT, idosos, crianças e adolescentes)

· Fortalecimento das lutas (catadores, hip hop, capoeira, cultura popular, seringueiros/ribeirinhos e Indígenas).

BANDEIRAS DE LUTAS

· Juventude;

· Mulheres;

· Movimento LGBT;

· Idosos;

População Rural;

terça-feira, 3 de abril de 2012

SONHAR TAMBEM É PARTE DE UM PLANEJAMENTO

A Rede de Educação Cidadã Acre realizou nos dias 30, 31 de março e 01 de Abril de 2012 o seu Encontro de Planejamento em Rio Branco com o tema: Planejar as ações da RECID/ACRE na perspectiva da construção coletiva e participativa. E tinha como objetivo geral Planejar as ações da Rede, olhando pra os desafios e limites, em diálogo com os desdobramentos do 11º. Encontro Nacional e a conjuntura estadual na perspectiva da construção do poder popular.

O primeiro dia sempre marcante pela bela mística de abertura e a acolhida por parte dos educadores/as que sempre buscam transmitir paz, amor, alegria, força, compromisso, harmonia e os valores que cada um traz em sua essência. Após esse momento de acolhida passamos para os informes sobre os desdobramentos do 11º Encontro Nacional onde os educadores/as que foram representando o Acre nos trouxeram os elementos que foram destaque e os informes em geral sobre os assuntos tratados.

Os trabalhos de grupos marcaram o segundo dia os estudos acerca do que entendemos por eixos estratégicos e bandeiras de lutas e um debate acerca dos grupos e organismos envolvidos com a rede. Qual o papel de cada um? Por que está na rede? Qual a contribuição desses grupos para o fortalecimento do poder popular? Novas parcerias. E a tarde entramos na parte fundamental deste encontro que era o planejamento sobre o decorrer das atividades que a rede desenvolvera nesse aditivo de abril a novembro de 2012. A noite cultural foi marcada por brincadeiras, músicas e boa comida, os educadores/as demonstraram que a rede é uma grande diversidade de gênero, cultura, crenças e opiniões mais que sabem entender e respeitar essa diversidade característica de cada um/a que compõe essa rede.

O último dia foi de consolidação do planejamento e da formação do calendário de atividades da Recid no estado durante esse período que vai de abril até novembro de 2012, e para encerrar as atividades passamos aos informes e enceramos com um belo almoço e um merecido descanso a cada um/a que ajudou a construir esse encontro.

“Todo projeto educativo tem que ser um projeto de humanização. Isto implica reconhecer a desumanização, ainda que seja uma dolorosa constatação. Juntar os cacos de humanidade de tantos milhões de brasileiros/as triturados/as pela injustiça, fome, provocados pela brutalidade do capitalismo. Buscar a viabilização da sua humanização no contexto real, concreto, do Brasil. Este é um desafio pedagógico do projeto popular: RECUPERAR A HUMANIDADE ROUBADA DO POVO.

Miguel Arroyo

quinta-feira, 8 de março de 2012

SER MULHER


Ser mulher
Mulher é se perde em palavras e depois perceber que se encontrou nelas
É comprar, emprestar, alugar e vender sentimentos mais jamais dever
Ser mulher é não ter vergonha de chorar por amor
É saber a hora certa do fim, mais é também saber sempre esperar um recomeço
É ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões e das decepções
Ser mulher é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente
É hospedar dentro de si o sentimento de perdão
É voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes coisas que nunca ficaram esquecidas
Ser mulher é ser princesa aos 20
Rainha aos 30 e imperatriz aos 40
É ser especial pela vida toda
A Rede de Educação Cidadã Acre deseja a todas mulheres um feliz dia Internacional das Mulheres.